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É importante desenvolver a auto-observação, e assim entender o sentimento que desperta em nós quando nos relacionamos com os outros. Simpatia ou antipatia, admiração ou inveja, dentre tantas possibilidades, aportam das instâncias da alma informando qual atitude será melhor adequada para cada ocasião.

Quantos enganos nós ainda cometemos em nome da ignorância! Quantos julgamentos insensatos e condenações sumárias nós executamos sem antes rever nossos próprios posicionamentos dentro do cenário no qual nos vemos envolvidos com os outros, sem antes examinar nossa própria consciência e comparar nossas próprias atitudes na relação com aqueles que são objeto do nosso conflito interior!

Para que serve um extenso currículo acadêmico, se o coração ainda não consegue administrar o sentimento mais puro da generosidade, do amor, da compaixão e da solidariedade? O ser humano orgulhoso, que se identifica com seu próprio status intelectual, sem o sentimento de humanidade que desponta na compaixão, pode usar todo seu conhecimento como arma de destruição da vida.

Se a vida presente tem o peso das dificuldades constantes, diante do progresso pessoal, da saúde, dos relacionamentos, dos empreendimentos financeiros, as causas podem estar na maneira como essas questões foram conduzidas no passado, refletindo-se nas atitudes pessoais agora.

“Transitando por diferentes níveis de discernimento e de lucidez, a conquista da consciência constitui o grande desafio existencial”. – Divaldo Franco

Nós ainda temos grande dificuldade para falar de Jesus e seus ensinamentos, fora do âmbito das religiões, porque nossa visão está turvada pelos conceitos pré-concebidos nas crenças implantadas e nos dogmas restringentes que assimilamos em séculos de distorções da verdade. Mas Jesus não foi fundador de nenhuma religião, e seus ensinamentos transcendem a qualquer aspecto delimitador que se queira impor a eles.