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Ao nos apegarmos à pequenez da nossa realidade materializada, esquecemos do potencial que tem a nossa mente. A mente é um campo de energia e consciência, de flutuações de sentimentos, pensamentos e emoções. É um campo de informação e energia inteligente.

A paz é a pacificação interior de cada ser humano. É por ela que as suas pendências emocionais, seus conflitos interiores e suas dificuldades podem ser resolvidas e vem do verdadeiro perdão e do saber amar incondicionalmente. O perdão verdadeiro é o ponto de partida para a paz. Ele, em seu verdadeiro significado, é trilhado pela libertação dos laços que nos prendem aos erros do passado e da libertação das amarras com as quais mantemos aprisionados por culpar aqueles que nos afligem. Enquanto houver culpa, não haverá perdão.

Diante de uma contrariedade qualquer, a resposta que escolhemos reflete nosso grau de equilíbrio emocional e nosso nível de consciência humana. Reagir, retalhar, reclamar, revoltar-se, rechaçar, replicar, responder, ressentir, rememoram atitudes e reações que vêm do nosso passado, de nossas memórias condicionadas por repetições habituais e constantes.

Todo sofrimento humano decorre da ideia de separação. A crença de que somos individualidades separadas umas das outras está gerando todos os tipos de conflitos, confusões, guerras e doenças na humanidade. Mas, o verdadeiro significado para a individualidade é que somos apenas uma unidade dentro de um todo. E quando esta unidade acredita ser um indivíduo separado do todo, surge medo, insegurança, ansiedade, depressão, angústia, solidão, violência e sofrimento.

Cada momento da nossa vida é o reflexo da percepção que alcançamos no nível que nossa consciência se encontra. Aquilo que muda é apenas o fluxo constante do movimento da existência, e o quanto nós percebemos das mudanças nesse fluxo é o tanto que movemos de nossa disposição para mudar a nós mesmos.  O progresso nada mais é que sintonia com o fluxo do movimento da existência.