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Diante de uma contrariedade qualquer, a resposta que escolhemos reflete nosso grau de equilíbrio emocional e nosso nível de consciência humana. Reagir, retalhar, reclamar, revoltar-se, rechaçar, replicar, responder, ressentir, rememoram atitudes e reações que vêm do nosso passado, de nossas memórias condicionadas por repetições habituais e constantes.

Cada momento da nossa vida é o reflexo da percepção que alcançamos no nível que nossa consciência se encontra. Aquilo que muda é apenas o fluxo constante do movimento da existência, e o quanto nós percebemos das mudanças nesse fluxo é o tanto que movemos de nossa disposição para mudar a nós mesmos.  O progresso nada mais é que sintonia com o fluxo do movimento da existência.

Felicidade é o que melhor define a missão do ser humano. Ser feliz! E, para ser feliz não há outra maneira a não ser despertar no outro o mesmo sentimento por meio de ações que o façam se sentir valorizado, que o desperte para a possibilidade de realizar seus sonhos por sua própria conta reconhecendo em si talentos que ainda não percebia.

"Cada indivíduo é um microcosmo, parcialmente ciente de si mesmo; um complexo de forças inconscientes a ser ainda descobertas". Cada um de nós é um ser distinto em personalidade, com ego, alma e corpo destacando nossa individualidade, porém, em termos mais profundos nós existimos numa realidade espiritual de consciência entrelaçada numa espécie de alma coletiva, um campo de consciência que orienta nossa evolução como humanidade.

Se nós pudermos compreender o que está por trás da realidade aparente, então sim nos tornaremos criadores conscientes, mas, para isso acontecer precisamos expandir ainda mais a consciência e nos permitir expiar o fundo da toca do coelho em busca das novidades que lá se escondem. O mais profundo se revela somente àquele que se permite experimentar as novas aventuras na viagem da existência. Aos que se amedrontam diante do novo, só resta uma vida de rotinas repetitivas e amargurantes, de tristezas e desânimo.