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A pergunta remete ao que importa saber sobre si mesmo; mais especificamente sobre os potenciais imanentes e o destino traçado pela vida. Todos os nossos questionamentos sobre o sentido da vida são possíveis de serem respondidos, quando temos acesso aos conhecimentos das ciências e das filosofias.

A filosofia busca os significados das coisas, o sentido da vida, enquanto a ciência faz as experimentações. Unindo os significados aos experimentos temos um saber que se torna conhecimento.

A questão central do ser humano está nele mesmo, na sua vida interior. Conhecer a si mesmo é um desafio e tanto! Porém, as nossas percepções acerca de nós mesmos são limitadas pelos nossos cinco sentidos principais, cujos são todos físicos e voltados para o exterior.

Nossos olhos são frontais e nossos olhares são voltados para o exterior; para olhar para dentro temos que fechar os olhos.

Nos habituamos a olhar para os outros e não para nós mesmos. Temos medo de fechar os olhos e mergulhar no profundo de nós. Temos medo de encarar nossas sombras e as repelimos, quando na verdade devemos encará-las com a luz da consciência transmutando nossas fantasias mais obscuras.

Nossos ouvidos são laterais e nossa audição capta os sons dentro de uma determinada faixa de frequências; para escutar a nós é preciso entrar no silêncio profundo. Mas o silêncio profundo é amedrontador, para quem se acostumou com o barulho incessante na rota de fuga de si mesmo. Difícil permanecer um dia na paz do silêncio interior e exterior.

Nosso nariz aponta para a frente e nosso olfato capta os odores dos objetos e dos ambientes; é por onde respiramos. Mas nós quase não prestamos atenção nessa troca importante do ar que entra e sai pelas narinas, símbolo do compartilhamento imprescindível à vida; que nos entrelaça a todos no mesmo ambiente da vida.

Nossa boca serve de entrada para os alimentos e as bebidas e de saída para as palavras; nós falamos para os outros ouvirem, quando deveríamos ser os primeiros a escutar nossas próprias palavras. Há uma desconexão entre a boca e os ouvidos, por isso somos surdos para nós mesmos. Falamos para os outros, quando deveríamos prestar mais atenção em nossas palavras, pois elas expressam nossas próprias aspirações, nossos sentimentos, nossos medos e angústias, nossos defeitos e virtudes. As palavras emitidas são expressões da alma que se exteriorizam para nós mesmos. Os outros são os aparelhos ressonadores de nossas vozes.

Nossas mãos tocam os objetos materiais e nosso tato é pouco sensível aos fluidos que nos cercam; não tocamos nossa alma com as mãos, não tocamos nosso magnetismo com as mãos; também não tocamos nossos pensamentos com as mãos, tampouco tocamos nosso corpo com o devido carinho que ele merece por ser nosso veículo da vida.

Os nossos cinco sentidos físicos, os principais e talvez únicos que usamos, são todos voltados para fora, para o mundo exterior. Nosso mundo interior fica limitado às percepções intuitivas, o sexto sentido, pouco desenvolvido ainda. Nossa atenção está toda voltada para o mundo exterior. 

Nós somos criaturas com potenciais infinitos, mas conhecemos e temos desenvolvido muito pouco de nossos potenciais imanentes. O autoconhecimento nos confronta conosco revelando os nossos potenciais imanentes possíveis de serem desenvolvidos no presente/futuro.

Desenvolvimento é uma palavra muito bonita e seu significado vem de desenrolar. Portanto, desenvolver nossos potenciais significa desenrolar aquilo que está em nós, que é imanente em nós, mas que está envolto pela ignorância. O autoconhecimento é o preambulo do desenvolvimento pessoal.

A iniciação no autoconhecimento será facilitada por algum método científico que nos coloca em contato com nosso mundo interior.

Existem muitos métodos científicos para iniciação no autoconhecimento, e eu sugiro um que conheço muito bem – a Numerologia Cabalística. Através do mapa pessoal, elaborado pela Numerologia Cabalística, todo o plano da alma fica exposto para visualização e compreensão. O mapa revela os potenciais imanentes que todo ser humano traz em si e aponta os recursos para desenvolvê-los, indica o plano das probabilidades, o destino, a missão, as oportunidades e os ciclos da vida nos quais elas surgirão, indica quais são os desafios e limitações que impedem o desenvolvimento dos potenciais, revela quais são os aprendizados e os reajustamentos mais importantes para a evolução espiritual. O mapa pessoal é um guia seguro para o autoconhecimento, um manual do progresso humano, para a sua prosperidade e evolução espiritual.

A numerologia é uma ciência, pela qual se estuda e experimenta o outro lado da matemática – a matemática filosófica dos números.

Considere a possibilidade de encarar a si no grande espelho da vida, conhecendo os seus potenciais imanentes através desse método científico.

A resposta sobre importância do autoconhecimento está na atitude assumida por você agora!

Luìz Trevizani – 08/05/2020