O nome que cada um de nós recebeu ao nascer fixou as características básicas da constituição da nossa personalidade, em torno do qual ela se desenvolveu agregando elementos da cultura familiar, da educação, da moral e da ética, da sociedade, da nação que escolhemos ou fomos enviados para viver a experiência evolutiva terrena, além de outros diversos. Ele é nossa identidade no mundo e reflete quem somos na personalidade temporária.

A numerologia é uma ciência que explora os campos do que ainda encaramos por mistérios, desvendando o que se oculta aos nossos sentidos físicos. E sendo uma ciência, ela torna-se um campo de infinitas possibilidades para aqueles que se propõe a estudar para compreender a nossa existência e evolução.

A Numerologia Cabalística como suporte em psicoterapia, consultoria pessoal e empresarial é um método eficaz para conhecer a realidade humana. É um processo cientifico sistematizado a partir da numerologia da Kabbalah, que oferece respostas precisas para questões importantes sobre o ser humano, suas atitudes e comportamento e muitas outras relacionadas com o autoconhecimento.

As nossas tradições, muitas vezes são também as bases das nossas dificuldades na vida. Nós cultivamos os costumes herdados dos nossos antepassados, da sociedade e da cultura regional, onde nascemos, sem nos darmos conta, em muitos casos, que essas tradições são radicadas em supertições e crenças, frutos da ignorância acerca de nós mesmos e da nossa existência. E nesse rol das tradições e dos costumes aculturados nas gerações que se sucedem está o modo como escolhemos os nomes para os nossos filhos.

Interessante como certos assuntos ainda são vistos com preconceito e são tabus em certos meios. Nós tendemos a formar juízo e a pré conceber ideias a respeito de assuntos que nem mesmo nos permitimos tomar conhecimento. Geralmente, quando o assunto é numerologia, astrologia ou tarô, muitos ainda pensam se tratar só de artes dinatórias, sem fundamentação científica. São ciências que, quando bem aplicadas com profundo conhecimento, além de desvendar aquilo que nossos sentidos físicos não percebem, são as ciências fundamentais do autoconhecimento.