Sidebar Menu

Medo é a emoção básica, a primeira desenvolvida por qualquer espécie de ser vivo. O ser humano experimenta a emoção medo; animais e plantas também. O medo, como primeira emoção surge para preservar a vida. Depois do medo surge a ira, ou raiva, como a força propulsora para a ação - o ataque quando necessário, a defesa ou fuga.

O acidente aéreo que provocou a morte do candidato à presidência da república Eduardo Campos está despertando, no imaginário popular, uma gama de especulações que vão das teorias da conspiração às coincidências numéricas com o número 13. Há suspeitas, há dúvidas, e talvez nós nunca venhamos a saber a verdade. Explicações terão que ser dadas, mas elas, por mais verdadeiras que sejam nunca nos convencerão em cem por cento. Sempre ficará uma pulga atrás da orelha zunindo desconfiança.

O potencial do ser humano é sempre maior que ele imagina. O grande problema acontece quando ele precisa largar os apoios externos, para se apoiar em si próprio. Este é o momento do impasse, e sempre que ele acontece só há duas possibilidades - avançar para o auto-apoio, que é amadurecimento, ou retroceder e permanecer se apoiando nos outros, que é imaturidade.

O caminho da libertação espiritual é o autoconhecimento. Conhecer o caminho significa conhecer profundamente a nossa alma, e conhecer a si próprio, numa jornada que exige vontade, dedicação e disciplina. Mas o que é alma? Não se preocupe com definições para alma, elas são muitas e todas são tentativas da mente, um dos atributos da alma, de explicar a si mesma.

Amor e medo são as duas forças que movem o ser humano; a humanidade. Ou nos movemos pelo amor ou pelo medo, nunca pelos dois ao mesmo tempo. Quando um aparece o outro sai, porque os dois são incompatíveis entre si. Onde há medo é porque o amor deixou de estar; onde o amor entra o medo desaparece. Mesmo que haja amor no ser humano, ao surgir o medo ele se esquece do amor e se fecha em si, tornando-se egotista, com exagerado sentimento de seu eu.